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Operação mira uma das maiores quadrilhas de revenda de anabolizantes clandestinos no país

Até o momento, 14 pessoas foram presas. Um deles é Miguel Barbosa de Souza Costa Júnio, apontado como o chefe da quadrilha. Ele foi preso em uma casa de luxo em São Gonçalo (RJ).


Polícia Civil do Rio de Janeiro — Foto: Divulgação / PCERJ


A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio fazem, nesta terça-feira, uma operação contra a fabricação e a venda de anabolizantes clandestinos. Os agentes cumprem quinze mandados de prisão preventiva e dezoito de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Brasília. Foram expedidos ainda oito mandados de medidas cautelares. De acordo com o Ministério Público, a quadrilha é um dos maiores grupos de revenda de anabolizantes clandestinos do país.


Até o momento, 14 pessoas foram presas. Um deles é Miguel Barbosa de Souza Costa Júnio, apontado como o chefe da quadrilha. Ele foi preso em uma casa de luxo em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.


Segundo as investigações, o grupo patrocinava atletas profissionais, influenciadores e grandes eventos de fisiculturismo para promover as vendas de oito marcas clandestinas, como a Next, Thunder Group, Venon, Pharma Bulls, Supreme, Kraft, Phenix e Blank -- com pagamentos de R$ 10 mil por mês. Em seis meses, a Polícia Civil identificou uma movimentação de R$ 80 milhões com as vendas em plataformas on-line e nas redes sociais.


Segundo as investigações, o grupo patrocinava atletas profissionais, influenciadores e grandes eventos de fisiculturismo para promover as vendas de oito marcas clandestinas, como a Next, Thunder Group, Venon, Pharma Bulls, Supreme, Kraft, Phenix e Blank -- com pagamentos de R$ 10 mil por mês. Em seis meses, a Polícia Civil identificou uma movimentação de R$ 80 milhões com as vendas em plataformas on-line e nas redes sociais.


Ao todo, 23 pessoas foram denunciadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) pela fabricação, armazenamento e logística de distribuição dos produtos. Nesta primeira fase da operação, os agentes miram os mentores e os gestores do esquema que enviava mercadorias para todo o país. As investigações ainda apontam que algumas instalações usadas pela quadrilha foram montadas em áreas dominadas pelo tráfico para dificultar investigações.


A Justiça já determinou o bloqueio das contas bancárias de todos os envolvidos. O grupo vai responder por associação criminosa, crime contra a saúde pública e contra o consumidor.


* https://cbn.globo.com/Por Anna Luiza Barreto — Rio de Janeiro.


Divulgação:


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